Tecnologia, Economia, Marketing, Turismo, Hotelaria, Redes sociais, Mobile, Smartphones, Google, Android
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Videographic: Which country has the biggest economy?
The results are quite different. Europe is much more dominant than it was in the original chart. The Netherlands, which does not feature at all in the original graph, does particularly well. Britain, which during the 1700s and 1800s developed a capital-intensive, trade-boosting navy, was a leader during these two centuries. By the 1950s, tiny but oil-rich states did nicely.
see full story @ Economist
sábado, 20 de setembro de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Segunda maior economia do mundo trava em várias frentes
http://economico.sapo.pt/noticias/segunda-maior-economia-do-mundo-trava-em-varias-frentes_188748.html
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Cimpor, o fim de uma multinacional portuguesa
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Moçambique vai abrir novas áreas para exploração de petróleo e gás
domingo, 10 de junho de 2012
The "American Dream" Is Now A Myth
One of the most distressing aspects of the state of the US economy is the decrease in social mobility.
It is much, much harder now than it used to be for Americans to improve their circumstances.
In other words, if Americans are born poor, they're overwhelmingly likely to stay poor.
Similarly, if Americans are born rich, they have a much better chance of staying rich than someone born poor or middle class.
No one minds inequality as long as one's station in life is a function of one's own decisions and effort.
When inequality becomes the luck of the draw, however, if becomes much more profoundly unfair.
America's social mobility is now not only one of the lowest in the country's history--it's one of the lowest in the first world.
If that doesn't change, the fundamental promise of America for the past 250 years will disappear. The country will no longer be a place in which you can control your economic destiny. Rather, it will become the sort of society that so many of those who emigrated here sought to escape: A country in which your destiny is determined at birth.
Earlier this week, professor Joseph Stiglitz sat down with my Yahoo colleague Aaron Task to talk about this issue.
Here's the video and Aaron's writeup:
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terça-feira, 27 de março de 2012
Responsabilidade social e as empresas do futuro
quinta-feira, 22 de março de 2012
“O que pode o Marketing fazer por Portugal?”
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
«As mulheres são sempre melhores clientes do que os homens»
EasyJet estuda investimento em FastJet de 500 milhões
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Maioria dos portugueses acredita no programa da Troika
De acordo com o estudo feito pela Eurosondagem para o Instituto Europeu da Faculdade de Direito de Lisboa, a maioria dos portugueses acredita que o programa da Troika vai tirar Portugal da crise.
Segundo o mesmo estudo, a maioria dos portugueses defende limites constitucionais ao endividamento, mas preferia pronunciar-se num referendo sobre o assunto.
Outros dados de assinalar sobre o estudo são os seguintes:
- 66,8% dos inquiridos defendem a participação de Portugal no Tratado de Estabilidade, Coordenação e Governação na União Económica e Monetária;
- 15,7% estão contra a participação de Portugal no mecanismo, mas uma maioria de 53,3% defende que a participação portuguesa devia ser legitimada em referendo;
- 41,6% afirmaram que responderiam de forma positiva ao referendo, enquanto que 21,4% votaria contra sendo que a abstenção se situaria nos 18,9%;
- 47,4% concordam também com a inscrição de limites ao endividamento e ao défice na Constituição portuguesa enquanto 34,7% está contra e 17,9% ou não sabe ou não responde.
Segundo o Jornal de Negócios, este estudo de opinião foi feito a 9 e 10 de Fevereiro, através de 1021 entrevistas telefónicas a pessoas com mais de 18 anos, residentes em Portugal Continental e com lares com telefone fixo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O que trouxe de novo a Cimeira Europeia?
Saiba o que foi acordado na Cimeira Europeia que se realizou hoje, de acordo com o site Dinheiro Vivo:
1. O Tribunal Europeu de Justiça terá poderes para impor sanções a países que apresentem défices excessivos. Estas multas podem ir até 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB);
2. Os governos terão que manter os défices orçamentais num máximo de 0,5% e promoverem uma redução da dívida pública para um tecto de 60% do PIB;
3. Para promover o crescimento económico na Europa, foi decido alocar fundos europeus não utilizados, e que rondam os 82 mil milhões de euros, para programas de criação de empregos. Como é um dos oito países mais afectado pelo desemprego, Portugal será ajudado com parte dessa quantia.
4. O reforço da mobilidade laboral é outro dos pontos do programa de promoção do emprego, designadamente com novas regras para o reconhecimento de qualificações profissionais e o recurso ao Fundo Social Europeu para a criação de novos projectos de estágio e empreendedorismo.
A próxima Cimeira Europeia realiza-se a 1 de Março.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Que País este!
No dia 24 de Novembro vivemos uma nova greve geral. Até se compreende que estejamos todos tristes, desconsolados, revoltados. Mas contra quem? Contra este governo? Disparate, pura demagogia! Talvez contra os últimos 10 governos. Talvez contra nós próprios, que vimos o País a afundar e pouco, ou mesmo nada, fizemos. Mas interessará agora tentar encontrar os culpados? Para quê?
Interessa, sim, olharmos em frente e descortinarmos soluções, alternativas, caminhos. Ora, uma greve geral não aponta para lado nenhum, e assim não servirá a ninguém. Ou melhor, serve, sim, mas para demonstrar à Europa e ao Mundo, que num momento em que todos devemos trabalhar mais e melhor, fazemos greve. E assim, como querem que a Europa e o Mundo nos vejam? Diversos jornalistas estrangeiros presentes em Portugal apressaram-se a transmitir para os órgãos de comunicação social dos seus países, o que por aqui se passava. Que afinal os portugueses não estão assim tão preocupados com a crise, pois, em vez de estarem a trabalhar, num dia de trabalho normal, estavam nos centros comerciais.
Apenas estamos a dar sinais negativos. E como diz um amigo meu, perante o que se passa, “assim, não vamos lá!”.
Escrevi no editorial da edição de Setembro deste ano, que o Futebol é um Espectáculo. E que deveria ser expurgado tudo o que não fosse esse espectáculo, pois só assim as empresas, os patrocinadores, grandes alicerces e suporte desse espectáculo poderiam continuar a apolar o futebol, pois só assim as Marcas poderão endossar os seus valores. Ora, a resposta a este repto, a este alerta, foi-nos dada num dos momentos em que mais espectadores, clientes, estão a olhar para um ecrã de televisão. Num derby, num jogo entre duas das principais equipas portuguesas, em que o jogo, o futebol, a paixão, os valores deveriam vir ao de cima, e transmitidos aos milhões que estão a ver, e a sentir o jogo, veio a resposta. A provocação de um incêndio numa das bancadas do estádio, destruindo uma parte considerável desse património.
Alguém deve tentar explicar o que se ganhou, o que vou ter dificuldade em entender, mas compreendo perfeitamente o que se perdeu. Do jogo, do golo, do resultado, das jogadas, dos jogadores, do ambiente, do tema que as empresas estão interessadas que se fale, pouco ou nada. Apenas do incêndio e seus derivados. E relembro a frase do meu amigo, “assim, não vamos lá!”.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Obama pede aos líderes europeus para actuarem com rapidez
sábado, 26 de novembro de 2011
“Só o incremento das exportações permitirá um futuro sustentável”
A continuidade do aumento das exportações só é possível se houver uma capacidade instalada para as empresas poderem exportar, alertou hoje António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), ao defender que a médio prazo só o incremento das exportações permitirá um futuro sustentável para a economia nacional. António Saraiva discursava na abertura da XIV Conferência da Cunha Vaz & Associados, subordinada ao tema “Portugal: Ameaça ou Oportunidade?”, a qual contou ainda com a presença de Wolfgang Münchau do Financial Times, Raphael Minder do Herald Tribune, e Raul Lores da Folha de São Paulo. Três jornalistas que trouxeram um olhar externo e mais distante sobre os pontos fracos e fortes de Portugal.
No encontro, o presidente da CIP aproveitou para voltar a chamar a atenção para o facto de algumas empresas estarem já a enfrentar «dificuldades de financiamento», o que ditará, em breve, o incumprimento de entrega de encomendas. E advogou o incremento de parcerias entre-empresas para melhor se afirmarem no exterior!
Na conferência, onde marcaram presença mais de uma centena de empresários e políticos, procurou-se analisar diferentes perspectivas de cada continente sobre o actual momento que Portugal enfrenta e as expectativas para o futuro. Wolfgang Munchau, do Financial Times, defendeu ser preciso «ter consciência do impacto do programa de austeridade e perceber quais os limites para a negociação», já que, conforme referiu, «o maior desafio passa por conseguir manter o equilíbrio entre crescimento e poupança».
Por sua vez, o correspondente para a Península Ibérica do International Herald Tribune, Raphael Minder, considerou que a maior parte das medidas agora introduzidas já deviam ter sido implementadas anteriormente, de forma a combater alguns «problemas estruturais» do País.
Raul Lores, editor de Economia e Negócios da Folha de S. Paulo, chamou a atenção para a importância de parcerias e constituição de alianças estratégicas enquanto alavanca de crescimento.
A XIV Conferência da Cunha Vaz & Associados foi encerrada por Carlos Moedas, Secretário de Estado adjunto do Primeiro-Ministro, que partilhou a visão do Governo sobre o programa de ajustamento acordado com a troika e os seus impactos em Portugal.
“Portugal não é grande. Nem é pequeno. É genial.”
Foi esta uma das premissas que deu origem à “Portugal Genial”, uma marca agregadora de produtos gourmet de origem nacional, que chega ao mercado na próxima semana, fruto de uma ideia de António Quina, fundador da empresa de experiências “a vida é bela”, de Carlos Coelho, presidente da Ivity, e de Eduardo Ferreira Gomes e Pedro Vasconcellos Silva, dois jovens empreendedores. A insígnia materializa-se em seis cabazes distintos - Cabaz do Olival, Cabaz da Vinha, Cabaz do Campo, Cabaz da Colmeia, Cabaz da Terra e Cabaz do Céu -, tendo o projecto reuniudo um conjunto de produtores portugueses, com o intuito de encontrar junto deles talento e dar-lhes “descaramento”, explica o presidente da Ivity. O arranque será marcado por propostas de vinhos e azeites, representativos das regiões do País, doces, geleias, compotas, vinagres, biscoitos, entre outros. Mas se, numa fase inicial, a oferta terá a gastronomia por protagonista, estão já a ser feitos contactos no sentido de alargá-la a produtos culturais, como música e livros, garantem os responsáveis pela marca.
“Produtos genialmente portugueses ” é a assinatura da “Portugal Genial” que “nasce da vontade de promover a produção nacional pelo mundo fora, não sem antes fazê-lo dentro de portas”, adianta a insígnia. E o projecto, salienta Carlos Coelho, não deixa de assumir um lado “sonhador”, ou não tivessem mesmo os seus produtos um “certificado de qualidade emocional”.
“Seria um desperdício ficarmos só por cá e prometemos que não o faremos. Mas é em casa que queremos começar”, reforça. De facto, ainda que numa primeira fase a marca seja comercializada em Portugal, tem definidos os objectivos de expansão internacional. Para o ano a “Portugal Genial” rumará aos mercados espanhol e brasileiro, estando na calha, também, EUA, Oriente e outros países da América do Sul.
“Portugal Genial”, criada em 2004 por Carlos Coelho, actua agora em parceria com “a vida é bela”. Nesse sentido, os cabazes da marca podem ser adquiridos em formato de voucher, numa lógica semelhante às experiências da insígnia de António Quina. Cada voucher permite uma selecção entre dois cabazes, e para adquiri-lo pode aceder-se ao site da marca, em www.portugalgenial.net, e escolher-se directamente um cabaz, ou então trocar-se um voucher previamente recebido. O cabaz pode ser depois levantado numa das cerca de 20 “Lojas Gourmet Geniais” que se associaram ao projecto e se encontram em vários distritos do País, ou enviado pelo correio.
Em termos de pontos de venda, e para além do site da marca e da referida rede de lojas parceiras, os cabazes podem também ser encontrados no quiosque da insígnia, presente no Centro Comercial Colombo.
O “Cabaz do Olival” e o “Cabaz da Vinha”, inseridos na categoria “Mercearia Autêntica”, assumem um custo de 19,90 euros. Já na categoria “Mercearia Fina”, o “Cabaz do Campo” e o “Cabaz da Colmeia” apresentam um preço de 26,90 euros, ao passo que na “Mercearia Sublime” o “Cabaz da Terra” e o “Cabaz do Céu” custam 49,90 euros cada.
O desenvolvimento da imagem da “Portugal Genial”, bem como a sua estratégia de marketing, ficaram nas mãos da Ivity. Centrando-se de momento na área alimentar, a marca abarcará em breve outros sectores, e o mesmo acontece com a produção. Actualmente os cabazes incluem produtos com rótulo do fornecedor, mas o objectivo é que estes venham a criar produtos exclusivos para a insígnia “Portugal Genial”.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
What Inflation Really Means To Your Household
The Fed justified the previous round of quantitative easing "to promote a stronger pace of economic recovery and to help ensure that inflation, over time, is at levels consistent with its mandate" (full text).
In effect, the Fed has been trying to increase inflation, operating at the macro level. But what does an increase in inflation mean at the micro level — specifically to your household?
Let's do some analysis of the Consumer Price Index, the best known measure of inflation. The Bureau of Labor Statistics (BLS) divides all expenditures into eight categories and assigns a relative size to each. The pie chart below illustrates the components of the Consumer Price Index for Urban Consumers, the CPI-U, which I'll refer to hereafter as the CPI.
The slices are listed in the order used by the BLS in their tables, not the relative size. The first three follow the traditional order of urgency: food, shelter, and clothing. Transportation comes before Medical Care, and Recreation precedes the lumped category of Education and Communication. Other Goods and Services refers to a bizarre grab-bag of odd fellows, including tobacco, cosmetics, financial services, and funeral expenses. For a complete breakdown and relative weights of all the subcategories of the eight categories, see the link to table 1 near the bottom of the BLS's monthly Consumer Price Index Summary.
The chart below shows the cumulative percent change in price for each of the eight categories since 2000.
Not surprisingly, Medical Care has been the fastest growing category. At the opposite end, Apparel has actually been deflating since 2000. The latest Apparel number is the first fractional nudge above zero in about nine years. Another unique feature of Apparel is the obvious seasonal volatility of the contour.
Transportation is the other category with high volatility — much more dramatic and irregular than the seasonality of Apparel. Transportation includes a wide range of subcategories. The volatility is largely driven by the Motor Fuel subcategory. For example, the spike in gasoline above $4-a-gallon in 2008 is readily apparent in the chart.
The Ominous Shadow Category of Energy
The BLS does not lump energy costs into an expenditure category, but it does include energy subcategories in Housing in addition to the fuel subcategory in Transportation. Also, energy costs are indirectly reflected in expenditure changes for goods and services across the CPI.
The BLS does track Energy as a separate aggregate index, which in recent years has been assigned a relative importance of 8.553 out of 100. In other words, Uncle Sam calculates inflation on the assumption that energy in one form or another constitutes about 8.55% of total expenditures, about half of which (4.53%) goes to transportation fuels — mostly gasoline. The next chart overlays the highly volatile Energy aggregate on top of the eight expenditure categories. We can immediately see the impact of energy costs on transportation.
The next chart will come as no surprise to families footing the bill for college tuition. Here I've separately plotted the College Tuition and Fees subcategory of the Education and Communication expenditure category. Note that the steady staircase in this cost matches the annual cost increases in late summer for each academic year.
Core Inflation
Economists and policy makers (e.g., the Federal Reserve) pay close attention to Core Inflation, which is the overall inflation rate excluding Food and Energy. Now this is a somewhat peculiar metric in that one of the exclusions, Energy, is an aggregate that combines specific pieces of two consumption categories: 1) Transportation fuels and 2) Housing fuels, gas, and electricity. The other, Food, is the major part of the Food and Beverage category. I should explain that "beverage" for the BLS means alcoholic beverages. So coffee and Coca Colas are excluded from Core Inflation, but Budweiser and Jack Daniels aren't.
The next chart shows us the annualized rate of change (solid lines) and the cumulative change (dotted lines) in CPI and Core CPI since 2000.
Consumers, especially those who've managed expenses over several years, are most closely attuned to the top line.
Inflation and Your Household
The universal response is to moan over price increases and take delight when prices are cheaper. But in reality, households vary dramatically in the impact that inflation has upon them. When gasoline prices skyrocket, a two-earner suburban family with long car commutes suffers far more than the metro family with short subway commutes. And the pain is even more extreme for low income households whose grocery money shrinks with gas prices rise. And remember, Uncle Sam excludes energy costs from Core Inflation.
Households with high medical costs are significantly more vulnerable than comparable households with low expenses in this category.
The BLS weights College Tuition and Fees at 1.493% of the total expenditures. But for households with college-bound children, the relentless growth of tuition and fees can cripple budgets. Often those costs get bundled into loans that saddle degree recipients with exorbitant debt burdens. Consider the following numbers from the CollegeBoard.com website:
Public four-year colleges charge, on average, $8,244 per year in tuition and fees for in-state students. The average surcharge for full-time out-of-state students at these institutions is $12,526.
Private nonprofit four-year colleges charge, on average, $28,500 per year in tuition and fees.
Of course, Mr. Bernanke would point out that, with a healthy dose of Core Inflation (extended of course to wages), those debt-burdened college grads will pay down the loans with inflated dollars.
Which brings us back to the Fed's efforts to manage the level of Core Inflation. At the macro level, Mr. Bernanke and his Federal Reserve team can doubtless make a theoretical argument for playing puppet master with inflation. But will their efforts — ZIRP and Quantitative Easing — achieve the desired goal?
The one thing we can be certain about is this: An increase in inflation will have a painful effect on lower income households, those on fixed incomes, those with higher ratios of transportation costs, and any household whose discretionary spending is more dream than reality.
The post original appeared on Advisor Perspectives.
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