Tecnologia, Economia, Marketing, Turismo, Hotelaria, Redes sociais, Mobile, Smartphones, Google, Android
segunda-feira, 23 de março de 2015
How We Come Up With Big Content Marketing Ideas
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Erin Lyda - Google - Analyze the role of social media in the brand experience
domingo, 21 de setembro de 2014
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Anúncio da Dove é o melhor de 2013 para a revista Adweek
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
7 Steps to Successful Content Marketing
Also known as inbound marketing, content marketing is non-interruptive. Instead of overtly trying to sell something to your audience, you consistently create and deliver valuable information that educates them. Ultimately they reward you by purchasing your products, recommending them to friends via social media channels and word-of-mouth, and acting as brand ambassadors.
see full story @ socialmediatoday.com
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
It’s Time to Burst the Hotel SEO Bubble: What Hotels Really Need to Know
It’s Time to Burst the Hotel SEO Bubble: What Hotels Really Need to Know
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Why Brands are Getting it Wrong in Social Media
The answer is simple: Stop talking about social media.
Type “social media” into a Google search bar and you’ll find roughly about 4.7 billion results in .30 seconds. Next, try “social media conference.” You’ll see something along the lines of 1.2 billion results in .25 seconds. Social media is important but I’d argue we aren’t celebrating it for the reasons we should. Instead, we are forcing social media to conform to traditional thinking and processes rather than adapting business philosophies and supporting methodologies to meet new opportunities.
see full story @ YFS MAGAZIN
sábado, 22 de junho de 2013
How Amadeus approaches the hotel business of its customers
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Marketing agencies will disappear in 10 years, study says
Overall, people deem the projection accurate.
The study, conducted by European business school Mediaschool Group, surveyed 2,000 marketing students throughout Europe in March and April. According to the study, 70 percent of respondents believe that in 10 years marketing will focus on content marketing and "PR thinking"—a focus on building brand recognition and image, and on inspiring customer trust. Further, 80 percent anticipate the demise of stand-alone social media services firms and digital marketing agencies.
get the full story @ PR DAILY
terça-feira, 11 de junho de 2013
Brand marketing varies by chain
Some franchisors choose to market their umbrella of brands, such as Choice Hotels International. For example, consumers will see TV commercials for Choice Hotels rather than Choice’s individual brands.
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Get the full sotry @ econsultancy.com
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Want better email revenue? send late at night
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terça-feira, 26 de março de 2013
Content creation, curation and marketing - today’s holy grail for travel marketers
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Super Bowl: do cavalo sentimental ao beijo improvável
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
“O que pode o Marketing fazer por Portugal?”
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Social media marketing strategies for the hospitality industry.
sábado, 29 de outubro de 2011
Delta Q e Tetley unem-se pelas tisanas
Numa resposta aos consumidores, que sempre incentivaram a Delta Q a apresentar mais soluções de chá, a marca da Delta Cafés lançou agora as novas Tisanas Delta Q. Trata-se de «mais um produto do departamento de investigação e desenvolvimento da Delta Cafés que, em conjunto com a Tetley, conseguiu desenvolver um produto inovador e que reforça a nossa capacidade de diferenciação», explica em comunicado Rui Miguel Nabeiro, administrador Delta Cafés. Para já a Delta Q Tisanas lança as variedades Delight (tisana de rooibos, com morango e baunilha), Refresh (infusão de menta e gengibre, ideal para revitalizar o espírito) e Relax (infusão de camomila, com notas subtis de pêssegos, ideal para momentos relaxantes), em cápsulas que permitem obter uma infusão de sabor em 20 segundos. Comum às três variedades é a isenção de cafeína e a disponibilidade em grandes superfícies, nas lojas Delta Q e em www.mydeltaq.com.
“É difícil pôr os portugueses a trabalhar juntos”
Foi este um dos problemas para o qual se procurou solução na 3.ª Conferência Marketeer, que teve hoje lugar no Museu do Oriente, em Lisboa, sujeita ao tema “O que podem fazer as Marcas Portuguesas pela Imagem de Portugal”. A abrir a ordem de trabalhos esteve Lídia Monteiro, directora do Instituto Turismo de Portugal, que definiu a relação entre o Turismo e a imagem do País como «quase simbiótica». De facto, este é o 1º sector exportador nacional, respondendo por 14% das receitas totais, a este nível, e por 43% dos serviços exportados. Para além disso, é o sector que mais investe em comunicação e marketing nos mercados externos e que, ao contrário das marcas tradicionais, que geram um movimento de “push” face ao mercado internacional, gera o movimento de “pull”, de atracção para o País. Nesse sentido, é um dos produtos que se afigura como potenciador da boa imagem de Portugal noutros mercados, devendo apostar e reforçar em factores como facilidade, sustentabilidade e diferenciação. «Comunciar lá fora uma imagem consistente e positiva de Portugal beneficia todas as marcas», asseverou Lídia Monteiro.
O evento avançou com uma mesa redonda, moderada pelas jornalistasda Marketeer Mª João Vieira Pinto e Mª João Lima, onde marcaram presença Martim Guedes, administrador da Aveleda em representação da marca Casal Garcia; João Paulo Girbal, presidente da Direcção da Centromarca; Rui Miguel Nabeiro, administrador da Delta Cafés; Paulo Campos Costa, director de Marca e Comunicação da EDP; Luís Saramago, director de Marketing da Renova; e Gonçalo Rebelo de Almeida, director de Marketing e de Vendas do Grupo Vila Galé.
De que forma a marca Portugal pode ou não ajudar a promover as marcas portuguesas, qual o papel destas na projecção do País noutros mercados e de que forma a marca Portugal tem funcionado como alavanca - ou travão - para o sucesso das insígnias de origem nacional, foram algumas das questões a que se procurou responder.
De acordo com João Paulo Girbal, da Centromarca, é premente «saber que valor as marcas criam para Portugal e quais as marcas que o criam». Mas se o atributo de portugalidade é relevante na promoção externa de marcas como Casal Garcia, o mesmo não se passará com empresas como a Renova, que actua no mercado de commodities e privilegia a inovação como factor de diferenciação, em deterimento da origem.
«É difícil pôr os portugueses a trabalhar juntos», assumiu Gonçalo Rebelo de Almeida, director de Marketing e de Vendas do Grupo Vila Galé. Opinião, aliás, partilhada pelos restantes oradores, que advogaram não existir um posicionamento claro da marca Portugal.«Devia haver uma coordenação dos sectores na promoção da marca Portugal. Por agora, as iniciativas são muito sectoriais», asseverou o responsável de Marketing do Grupo Vila Galé, sugerindo ainda que se crie uma direcção de Marketing para Portugal.
É imperativa, também, a construção de uma «cultura de marca», referiu João Paulo Girbal, sem deixar de destacar a importância da aliança entre a criatividade e o empreendedorismo.
De resto, na segunda mesa de debate da conferência foi a criação de uma marca Portugal coesa que ressaltou entre as motivações dos oradores. Ana Gomes, directora de Marketing da Boca do Lobo; João Miranda, da Frulact; Liliana Caxim, directora geral da Impetus, Nuno Dias, director da Lusitana e Ricardo Costa, director de Marketing da Vale da Rosa partilham a opinião de que o País tem ainda muito por onde crescer. «Dentro de alguns sectores temos das melhores empresas portuguesas a trabalhar os mercados industriais mundiais», salientou João Miranda, da Frulact.
Mas se a exportação é um tema que está na ordem do dia, também a produção o deve ser, defendeu o mesmo profissional, que destacou a importância do papel do Estado enquanto parte interessada neste processo. A diferenciação criada pela articulação entre a actividade no mercado e o conhecimento proporcionado pelas universidades foi também um assunto incontornável. O que falta? «Participar de forma ordenada e agrupada no exterior», salientou o presidente da Frulact.
Mas se é verdade que o consumidor português reconhece as marcas nacionais, também o é, de acordo com Nuno Dias, que estes não estão bem informados em relação a esses mesmos produtos. Segundo o responsável da Lusitana, «há que ter bem definido o que é a marca Portugal. Os consumidores andam enganados e as associações devem ser acutilantes na identificação do problema».
A encerrar a edição de 2011 da Conferência Marketeer esteve Manuel Forjaz, CEO da Ideiateca Consultores. «Assumption is the mother of all fuck-ups» foi a afirmação que serviu de mote à sua apresentação e que teve tanto de polémica como motivadora.
«Somos ignorantes em relação a nós próprios. Mas o que é que nós somos?», indagou Manuel Forjaz, em mais um apelo à definição concreta do posicionamento da marca Portugal e à construção de um plano global para o seu desenvolvimento. A falta de união das empresas nacionais foi outro dos pontos destacados pelo profissional que, acreditou não se ter falado nesta conferência da marca Portugal, mas antes de negócios, marcas individuais, que no mínimo têm provocado, na sua opinião, «um contágio mínimo em mercados externos». «Não nos falta nada. Só tomamos más decisões. Podemos ser de um de dois grupos: ou acreditamos que todos nós somos o que fizemos e assumimos os nossos erros, ou somos vítimas e adoptamos o discurso do “coitado”», foi a ideia que partilhou, em tom de fecho do evento.





