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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Richard Branson: austeridade vai tornar UE mais forte que EUA

Richard Branson: austeridade vai tornar UE mais forte que EUA:
richardbranson1O fundador da Virgin considera que a austeridade aplicada na Europa vai tornar a economia do continente vai forte do que a americana, uma das razões para que o Reino Unido não abandone a União Europeia.
Escrevendo sobre a possível saída do Reino Unido da União Europeia (UE), Richard Branson avisa que o «violento remédio que países como a Irlanda, Espanha e Portugal deram a si próprios vai fazer com que a Europa fique em muito melhor forma do que os Estados Unidos dentro de alguns anos».
Esta é uma das razões pelas quais o Reino Unido deve manter-se na UE, conclui o magnata da Virgin num comentário publicado no blogue do grupo. «Uma saída seria muito negativa para as empresas e para a economia britânica», aponta, até porque os Estados-membro são o principal parceiro comercial do país.
O Reino Unido deve continuar a integrar a UE, para ajudar a união a concretizar novas parcerias com os mercados emergentes, beneficiando também dessas parcerias. «Estas poderosas economias querem negociar com um mercado de 500 milhões de pessoas e não apenas com os 60 milhões de britânicos», explica.
Richard Branson acrescenta que o Reino Unido não pode tornar-se um país periférico em relação à UE. «Isso iria danificar as perspectivas a longo prazo das empresas britânicas e também a capacidade da nação de atrair novas empresas internacionais para se instalarem e empregarem pessoas».
«Não é tempo de recuar nem de colocar barreiras de proteccionismo», considera o empresário, salientando a oportunidade para o Reino Unido de, com a Alemanha, assumir um papel central na reestruturação da Europa.

A mensagem do dono do grupo Virgin, que inclui mais de 400 empresas, surge numa altura em que se espera a divulgação do calendário para a realização de um referendo sobre a participação britânica na comunidade europeia. Em Dezembro, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, assumiu a possibilidade da saída do Reino Unido referindo que não é uma opção que apoie.

domingo, 11 de novembro de 2012

Ich Bin Ein Berliner


O vídeo proposto por Marcelo Rebelo de Sousa, num comentário da TVI, sobre Portugal e cuja exibição foi recusada pelas autoridades alemãs foi divulgado esta tarde no YouTube. 

As autoridades alemãs recusaram , por razões políticas , a divulgação na Alemanha. A ideia do filme era mostrar ao povo alemão de que forma as medidas da troika estão a afetar a vida dos portugueses.

A equipa que realizou este filme apresentou um protesto formal ao embaixador alemão em Lisboa e não vai desistir de divulgar o filme na Alemanha.

O filme deveria ser exibido nas ruas de Berlim, mas as autoridades alemãs recusaram a exibição por razões políticas.

O filme de Marcelo contou com a colaboração do blogger dirigente do PSD, Rodrigo Moita de Deus.

Os segredos da Goldman Sachs

The Exchange: Greg Smith on Leaving Goldman Sachs

domingo, 24 de junho de 2012

Here's What We've Learned From All Of The Major Banking Crises Since 1970 [Charts]

Here's What We've Learned From All Of The Major Banking Crises Since 1970 [Charts]:
Lehman BrothersThe IMF recently put out an update to their Systemic Banking Crises Database, a report that examines data from banking crises that have occurred between 1970 and today.
The paper takes a look at the frequency of banking crises over the last forty years.
It also examines how they relate to currency and sovereign debt crises and shows common policy responses to such events.

Banking crises happen in waves, and the 2008 crisis dwarfed previous others




The second half of the year is historically a bad time for financial stability since 1970






Double crises are relatively common whereas triple crises are not




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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

New York Times: “Portugal já não tem nada a perder, excepto o peso da dívida”

New York Times: “Portugal já não tem nada a perder, excepto o peso da dívida”:

europaA crise grega está a ter um efeito de contágio que está a afectar Portugal. Segundo Gonçalo Pascoal, economista chefe no Millenium BCP, Portugal tem sido traído mais por factores externos do que propriamente falhas internas.



No entanto existem importantes aspectos a referir no que toca ao cenário em que se encontra a economia portuguesa:



- Prevê-se que a economia portuguesa contraia 3% em 2012;


- O desemprego de 13,6% é um dos maiores da zona euro;


- Espera-se que a dívida pública portuguesa atinja os 112% do PIB este ano, em comparação com os 190 da Grécia;


- Em Setembro de 2013, Portugal vai ter de pagar 9 mil milhões de euros de dívida;


- Grécia e Portugal são os únicos países da zona euro a serem classificados como “lixo” pelas três maiores agências de rating internacional;


- Portugal aproxima-se cada vez mais da bancarrota.



É sob este pano de fundo que Portugal deverá pedir um segundo resgate. Portugal luta para cumprir o plano internacional e segundo o que o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho disse na passada terça-feira, Portugal vai cumprir com o acordo assinado em Maio “custe o que custar”.



Com as negociações entre a Grécia e os credores privados a decorrer, o mais certo é que Portugal, de acordo com o New York Times, vá querer também “um desses” nos próximos dias, disse Edward Hughes. “Portugal não tem nada a perder, excepto o peso da dívida”, afirma o analista.



“Vai ser duro para Portugal, mas estamos a falar de números diferentes, e o sistema fiscal português é muito mais eficiente”, disse Albert Jaeger, chefe da delegação do FMI em Lisboa. “A vantagem mais importante é que em Portugal existe um consenso político e social”.



Segundo o mesmo jornal, Portugal poderá enfrentar ainda uma das recessões mais graves do mundo ocidental.







segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Que País este!

Que País este!:

Ricardo FlorêncioNo dia 24 de Novembro vivemos uma nova greve geral. Até se compreende que estejamos todos tristes, desconsolados, revoltados. Mas contra quem? Contra este governo? Disparate, pura demagogia! Talvez contra os últimos 10 governos. Talvez contra nós próprios, que vi­mos o País a afundar e pouco, ou mesmo nada, fizemos. Mas interessará agora tentar encon­trar os culpados? Para quê?



Interessa, sim, olharmos em frente e des­cortinarmos soluções, alternativas, caminhos. Ora, uma greve geral não aponta para lado ne­nhum, e assim não servirá a ninguém. Ou me­lhor, serve, sim, mas para demonstrar à Europa e ao Mundo, que num momento em que todos devemos trabalhar mais e melhor, fazemos greve. E assim, como querem que a Europa e o Mundo nos vejam? Diversos jornalistas estran­geiros presentes em Portugal apressaram-se a transmitir para os órgãos de comunicação so­cial dos seus países, o que por aqui se passava. Que afinal os portugueses não estão assim tão preocupados com a crise, pois, em vez de es­tarem a trabalhar, num dia de trabalho normal, estavam nos centros comerciais.



Apenas estamos a dar sinais negativos. E como diz um amigo meu, perante o que se pas­sa, “assim, não vamos lá!”.



Escrevi no editorial da edição de Setem­bro deste ano, que o Futebol é um Espectá­culo. E que deveria ser expurgado tudo o que não fosse esse espectáculo, pois só assim as empresas, os patrocinadores, grandes ali­cerces e suporte desse espectáculo poderiam continuar a apolar o futebol, pois só assim as Marcas poderão endossar os seus valores. Ora, a resposta a este repto, a este alerta, foi-nos dada num dos momentos em que mais espec­tadores, clientes, estão a olhar para um ecrã de televisão. Num derby, num jogo entre duas das principais equipas portuguesas, em que o jogo, o futebol, a paixão, os valores deveriam vir ao de cima, e transmitidos aos milhões que estão a ver, e a sentir o jogo, veio a resposta. A provocação de um incêndio numa das banca­das do estádio, destruindo uma parte consi­derável desse património.



Alguém deve tentar explicar o que se ga­nhou, o que vou ter dificuldade em entender, mas compreendo perfeitamente o que se per­deu. Do jogo, do golo, do resultado, das joga­das, dos jogadores, do ambiente, do tema que as empresas estão interessadas que se fale, pouco ou nada. Apenas do incêndio e seus de­rivados. E relembro a frase do meu amigo, “as­sim, não vamos lá!”.






quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Morgan Stanley NAILS The Fundamental Problem In Europe http://www.businessinsider.com/morgan-stanley-nails-the-fundamental-problem-in-europe-2011-12

domingo, 20 de novembro de 2011

Temos de consumir mais português

Temos de consumir mais português:

joao-paulo-girbalActualmente somos bombardeados por este desafio que nos chega de todos os quadrantes. Os produtores e os distribuidores afirmam-se cada um mais português do que o outro. O combate entre estes gigantes entra-nos pelas televisões a toda a hora e a argumentação por vezes roça o ridículo. Mais grave do que isso, é muitas vezes enganadora.



Mas o que significa ser mais português? Será que nos podemos referir apenas ao local onde é efectuada a última transformação ou embalagem? É a matéria-prima que tem de ser criada ou extraída em Portugal? E a energia necessária para a trabalhar e transportar? É onde se cria mais valor acrescentado, ou se pagam mais impostos directos e indirectos?



Uma coisa é certa: o consumidor, o cidadão comum, na maior parte dos casos não consegue identificar entre dois produtos da mesma categoria qual deles cria mais valor em Portugal. Temos um défice de informação (sim, mais um) e esta é a realidade nua e crua.



A situação ideal seria aquela em que os produtos ostentassem a informação concreta e validada de qual a sua contribuição para a criação de valor no nosso país. Com base nessa informação factual e auditável, o consumidor informado escolheria com a sua carteira, apenas limitado pelos seus valores e pelas suas disponibilidades financeiras.



Melhor ainda seria se se conseguisse que fosse desejável a um produtor incorporar cada vez mais conteú-do nacional nos seus produtos, fosse ele matéria-prima, mão-de-obra, energia, porque os consumidores iriam gradualmente dar preferência aos seus produtos nos pontos de venda. A própria cadeia de comercialização seria afectada da mesma forma por uma crescente procura pelos locais que, com informação factual e validável, apresentassem uma maior quantidade e variedade de produtos com alto valor criado em Portugal.



Obviamente não é essa a situação de hoje e o que vemos é uma batalha que se trava exclusivamente nos campos do marketing onde se gastam centenas de milhões para nos convencerem que os produtos que vemos nas prateleiras são mais portugueses que os dos concorrentes.



Outra questão importante e pouco clara são as marcas portuguesas versus as marcas estrangeiras. A quem deve o consumidor dar preferência: à marca portuguesa que de conteú-do nacional tem essencialmente o nome, ou a marcas estrangeiras produzidas em Portugal?



Muitas marcas portuguesas, mesmo das mais sonantes e populares, são hoje detidas por grupos estrangeiros, apesar de serem totalmente produzidas em Portugal. Noutro extremo temos marcas portuguesas que são produzidas no estrangeiro na sua quase totalidade. Por outro lado, temos marcas inconfundivelmente estrangeiras que são totalmente produzidas em Portugal.O tema é muito complexo e o pior que se pode fazer é continuarmos a deixar que sejam apenas os publicitários a tentar fazer algum nexo dele.



Mas houve já sectores que resolveram questões de informação ao consumidor com resultados muito satisfatórios. Um excelente exemplo é a etiqueta energética que é obrigatoriamente colocada nos aparelhos em local visível no ponto de venda. Ela permite comparar fácil e rapidamente em termos de eficiência energética os electrodomésticos e o consumidor pode fazer uma compra informada.



Existem regras muito claras para as etiquetas cuja responsabilidade é dos fabricantes. Para garantir que estão a ser bem aplicadas e que o consumidor não está a ser induzido em erro cabe à IGAE (Inspecção-Geral das Actividades Económicas) fiscalizar e verificar a conformidade da aplicação das regras.



O objectivo último é informar o consumidor e, em combinação com estratégias de comunicação, influenciar direcções de consumo que sejam em benefício da sociedade; mas em última análise a escolha é do consumidor no acto de compra. Então, por que não aplicar algo semelhante no sector dos bens de grande consumo, alimentar e outros? Temos aqui uma oportu­nidade urgente para agir, informando o consumidor para que este possa “votar” com a sua carteira.











quarta-feira, 16 de novembro de 2011

What Inflation Really Means To Your Household

What Inflation Really Means To Your Household:

The Fed justified the previous round of quantitative easing "to promote a stronger pace of economic recovery and to help ensure that inflation, over time, is at levels consistent with its mandate" (full text).


In effect, the Fed has been trying to increase inflation, operating at the macro level. But what does an increase in inflation mean at the micro level — specifically to your household?

Let's do some analysis of the Consumer Price Index, the best known measure of inflation. The Bureau of Labor Statistics (BLS) divides all expenditures into eight categories and assigns a relative size to each. The pie chart below illustrates the components of the Consumer Price Index for Urban Consumers, the CPI-U, which I'll refer to hereafter as the CPI.


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The slices are listed in the order used by the BLS in their tables, not the relative size. The first three follow the traditional order of urgency: food, shelter, and clothing. Transportation comes before Medical Care, and Recreation precedes the lumped category of Education and Communication. Other Goods and Services refers to a bizarre grab-bag of odd fellows, including tobacco, cosmetics, financial services, and funeral expenses. For a complete breakdown and relative weights of all the subcategories of the eight categories, see the link to table 1 near the bottom of the BLS's monthly Consumer Price Index Summary.

The chart below shows the cumulative percent change in price for each of the eight categories since 2000.

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Not surprisingly, Medical Care has been the fastest growing category. At the opposite end, Apparel has actually been deflating since 2000. The latest Apparel number is the first fractional nudge above zero in about nine years. Another unique feature of Apparel is the obvious seasonal volatility of the contour.

Transportation is the other category with high volatility — much more dramatic and irregular than the seasonality of Apparel. Transportation includes a wide range of subcategories. The volatility is largely driven by the Motor Fuel subcategory. For example, the spike in gasoline above $4-a-gallon in 2008 is readily apparent in the chart.

The Ominous Shadow Category of Energy

The BLS does not lump energy costs into an expenditure category, but it does include energy subcategories in Housing in addition to the fuel subcategory in Transportation. Also, energy costs are indirectly reflected in expenditure changes for goods and services across the CPI.

The BLS does track Energy as a separate aggregate index, which in recent years has been assigned a relative importance of 8.553 out of 100. In other words, Uncle Sam calculates inflation on the assumption that energy in one form or another constitutes about 8.55% of total expenditures, about half of which (4.53%) goes to transportation fuels — mostly gasoline. The next chart overlays the highly volatile Energy aggregate on top of the eight expenditure categories. We can immediately see the impact of energy costs on transportation.

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The next chart will come as no surprise to families footing the bill for college tuition. Here I've separately plotted the College Tuition and Fees subcategory of the Education and Communication expenditure category. Note that the steady staircase in this cost matches the annual cost increases in late summer for each academic year.

Core Inflation

Economists and policy makers (e.g., the Federal Reserve) pay close attention to Core Inflation, which is the overall inflation rate excluding Food and Energy. Now this is a somewhat peculiar metric in that one of the exclusions, Energy, is an aggregate that combines specific pieces of two consumption categories: 1) Transportation fuels and 2) Housing fuels, gas, and electricity. The other, Food, is the major part of the Food and Beverage category. I should explain that "beverage" for the BLS means alcoholic beverages. So coffee and Coca Colas are excluded from Core Inflation, but Budweiser and Jack Daniels aren't.

The next chart shows us the annualized rate of change (solid lines) and the cumulative change (dotted lines) in CPI and Core CPI since 2000.

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Consumers, especially those who've managed expenses over several years, are most closely attuned to the top line.

Inflation and Your Household

The universal response is to moan over price increases and take delight when prices are cheaper. But in reality, households vary dramatically in the impact that inflation has upon them. When gasoline prices skyrocket, a two-earner suburban family with long car commutes suffers far more than the metro family with short subway commutes. And the pain is even more extreme for low income households whose grocery money shrinks with gas prices rise. And remember, Uncle Sam excludes energy costs from Core Inflation.

Households with high medical costs are significantly more vulnerable than comparable households with low expenses in this category.

The BLS weights College Tuition and Fees at 1.493% of the total expenditures. But for households with college-bound children, the relentless growth of tuition and fees can cripple budgets. Often those costs get bundled into loans that saddle degree recipients with exorbitant debt burdens. Consider the following numbers from the CollegeBoard.com website:

Public four-year colleges charge, on average, $8,244 per year in tuition and fees for in-state students. The average surcharge for full-time out-of-state students at these institutions is $12,526.

Private nonprofit four-year colleges charge, on average, $28,500 per year in tuition and fees.
Of course, Mr. Bernanke would point out that, with a healthy dose of Core Inflation (extended of course to wages), those debt-burdened college grads will pay down the loans with inflated dollars.

Which brings us back to the Fed's efforts to manage the level of Core Inflation. At the macro level, Mr. Bernanke and his Federal Reserve team can doubtless make a theoretical argument for playing puppet master with inflation. But will their efforts — ZIRP and Quantitative Easing — achieve the desired goal?

The one thing we can be certain about is this: An increase in inflation will have a painful effect on lower income households, those on fixed incomes, those with higher ratios of transportation costs, and any household whose discretionary spending is more dream than reality.


The post original appeared on Advisor Perspectives.


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domingo, 13 de novembro de 2011

Someone Please Send This Chart To The Germans... (EWI)

Someone Please Send This Chart To The Germans... (EWI):

If you want the ultimate German take on the euro crisis, you must go read the FT's interview with Bundesbank chief Jens Weidmann.


It basically comes down to this: There is no Euro crisis, there's only a crisis in various European countries, and they're all unique. In Greece, they racked up too much debt. In Italy their politics are crap. The solution: stick to the original rules, and everything will be fine.


What's incredible -- and almost impressive -- is how uncool this thinking is. And we don't mean that in a pejorative way, but rather, nearly everyone else thinks that the Euro has structural problems associated with the fact that countries don't have flexible currencies, and thus can't adjust, or naturally overcome their debts.


Paul Krugman nailed the problem pretty well in one sentance this past week, explaining that essentially countries like Greece and Italy voluntarily reduced themselves to the status of third-world countries that have to borrow in a foreign currency (the euro).


Anyway, the thing is is that Weidmann is incorrect. It's not a crisis that's just about unique situations in various European countries. It's a Europe problem, and more great evidence of this comes from this awesome chart from Naufall Sanaullah's latest economic overview showing the difference in Italian-German industrial production pre-and-post Euro. As you can see, the two countries grew mostly in line in the years up until they fixed the exchange rate. It was after the exchange rate got fixed, and the Italians no longer had the power of competitive devaluation that the gap started to emerge -- pretty soon after, really.


Of course, this is consistent with several other points people have made that basically the euro has been a great boon for the Germans, as all of its partners have been both stymied (less currency flexibility) and been afforded more credit (for which to buy more German goods).


So yes, someone please send this chart to the Germans, preferably tonight, so they can greenlight the ECB's inevitable market intervention.


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SEE ALSO: Naufal's complete overview of the economy today >


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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como será o mundo em 2100?

Como será o mundo em 2100?: Uma antevisão assustadora das Nações Unidas. Em 2100 o mundo terá 10 biliões de habitantes, mas não vai haver petróleo nem alimentos que cheguem para todos.