sexta-feira, 6 de abril de 2012

Google globaliza Art Project

Google globaliza Art Project:
google-art1A Google alargou o projecto Art Project, com a entrada de 151 novos parceiros em 40 países, entre eles Portugal com a inclusão do Museu Colecção Berardo – Arte Moderna e Contemporânea.
A partir de agora, com um simples clique, é possível descobrir não só pinturas, mas também esculturas, arte de rua, e fotografias de uma imensa variedade de culturas e civilizações, entre eles os graffitis de rua no Brasil, artes decorativas Islâmicas e a antiga arte rupestre africana.
No Museu Colecção Berardo estarão patentes duas obras do pintor Português Amadeo de Souza Cardoso - Pelas Janelas (Desdobramento - Intersecção) e Sem Título (Ponte), c.1914 -, e outras do Uruguaio Joaquin Torres Garcia, dos Russos Liubov Sergeievna Popova e Lazar El Lissitzky e do Francês Robert Delaunay. As obras farão parte da exposição “ As Vanguardas Históricas na Colecção Berardo” que estará patente no Museu a partir do dia 20 de Abril.
Principais características do novo Art Project:
• Os utilizadores podem pesquisar conteúdos em função do nome do artista, da obra, do tipo de arte, do museu, da cidade ou da colecção. O Google+ e os hangouts de vídeo estão integrados no site, permitindo aos utilizadores criarem galerias pessoais ainda mais envolventes;
• Um carrinho intitulado Street View Trolley tirou imagens de 360 graus do interior dos museus seleccionadas. Seguiu-se a união das imagens o que permite uma navegação simples pelas 385 salas dos museus. O interior das galerias também pode ser explorado directamente através do Street View no Google Maps;
• Mais de 30 mil obras de arte são apresentadas em alta definição. Algumas foram fotografadas em pormenor usando a hiper-resolução ou a tecnologia de captura de fotografia em gigapixels, permitindo que o observador estude os mais ínfimos detalhes e invisíveis à observação a olho nu;
• A opção My Gallery permite ao utilizador seleccionar qualquer uma das 30.000 obras de arte – juntamente com os seus detalhes favoritos – e construir a sua própria galeria personalizada. É possível adicionar comentários a cada pintura e partilhar toda a colecção com amigos e família. Trata-se de uma ferramenta ideal para estudantes;
• O novo Art Project inclui ainda outras ferramentas completamente novas: Explorar e Descobrir. Os utilizadores podem procurar obras de arte por período, artista ou tipo de arte obtendo resultados dos diversos museus de todo o mundo.

Google mostra como quer desafiar a ficção científica

Google mostra como quer desafiar a ficção científica:
project-glassA Google divulgou ontem um vídeo de apresentação do seu projecto de óculos de realidade aumentada, o qual está a ser trabalhado pelo laboratório de inovação da empresa, o Google X. Este dispositivo, de design futurista e que até pode trazer à memória alguns clássicos da ficção científica, deve chegar ao mercado no final do ano.
Este projecto da Google, denominado Project Glass, promete revolucionar o mundo da informação em tempo real, ao incorporar na experiência do dia-a-dia as actividades que normalmente realizamos na internet (como nas redes sociais) e nos smartphones, apenas com recurso a comandos verbais.
Apesar de, em algum momento, mostrar os óculos de realidade aumentada, o vídeo da Google serve para apresentar algumas das funcionalidades deste objecto. De acordo com as imagens, os óculos darão indicação da temperatura exterior e previsões meteorológicas, fornecerão percursos alternativos caso os trajectos habituais ou transportes públicos não estejam disponíveis (devido a greves, por exemplo), permitirão tirar fotografias e até realizar contactos por vídeo, voz ou texto.
De acordo com outras fotografias divulgadas pela Google, os óculos serão compostos por uma microcâmara, um microfone e um micro-visor do lado direito da vista, a partir do qual o utilizador recebe todas as informações em tempo real.
A Google ainda não indicou a data de lançamento nem o preço dos óculos. No entanto, a imprensa internacional tem especulado que o produto pode chegar ao mercado até ao final deste ano, por um custo entre 450 e 600 dólares (aproximadamente 344 a 459 euros). A gigante tecnológica adverte, no entanto, que os óculos deverão ser usados ocasionalmente e não de forma contínua.
Veja aqui o vídeo da Google:

It's All In the Mix: Maximizing Return on Brand Investment. - Friday, 6th April 2012 at 4Hoteliers

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ERP: Como lidar melhor com os problemas típicos da implantação



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quarta-feira, 4 de abril de 2012

10 GB FREE SPACE in MINUS - 10 GB GRÁTIS no MINUS

For every friend that joins Minus, they'll give you both 1 GB of extra space, up to 50 GB.


Para todos os amigos que se registem no Minus, serão oferecidos 1 GB de espaço extra, que pode chegar aos 50 GB.

http://min.us/rblhC0zf


quarta-feira, 28 de março de 2012

Marcas devem tentar conquistar quem não as compra

Marcas devem tentar conquistar quem não as compra:
like-dislike-redimensionado
Para crescer, as marcas devem chegar às pessoas que não compram os seus produtos com frequência. Os fãs de Facebook, por sua vez, já se assumem como “heavy buyers” sendo, portanto, mais fáceis de atingir. Quem o afirma é Byron Sharp, professor de Ciências do Marketing na University of South Australia e director do The Ehrenberg-Bass Institute for Marketing Science, um dos institutos de investigação daquela instituição.
O académico defende que as marcas deviam investir menos em chegar aos consumidores na rede social de Mark Zuckerberg, já que são estes que têm um maior contacto com as insígnias. Media como o Facebook foram «muito atraentes por algum tempo, mas acabaram por chegar aos heavy buyers dos produtos, enquanto que as ferramentas de marketing que se dirigiam aos light buyers apresentavam um «maior valor estratégico», advogou Byron Sharp, citado pelo Brand Republic. O especialista afirmou mesmo que a televisão tem um maior valor do que as redes sociais. Até os programas de menor audiência, continuou, são mais valiosos que aquele tipo de plataformas, já que chamam a si uma maior fatia de light viewers - e, potencialmente, light buyers.
O crescimento, afirmou, vem dos consumidores que não compram os produtos da marca com regularidade. As marcas de menor dimensão, por sua vez, dirigem-se apenas aos que já são seus consumidores. Para demonstrar como grandes marcas cresceram graças a pessoas que não as consumiam com frequência, Sharp recorreu ao exemplo da Coca-Cola.
«O que dizem os anúncios da Coca-Cola? “Enjoy Coke.” Os anúncios têm vindo a dizer a mesma coisa há décadas. Gastam uma quantia enorme de dinheiro para nos dizer a mesma coisa. Com quem é que a Coca-Cola está a comunicar? Com os milhões de pessoas que compram a marca uma ou duas vezes por ano. Estas são as pessoas em frente de quem a Coca-Cola tem de saltar e dizer: “Ei, tu conheces-nos. Porque é que não nos compras?”», explicou.

terça-feira, 27 de março de 2012

Uma casa em constante mudança

Uma casa em constante mudança:
mimaA Mima House é como o “todo-o-terreno” das casas modulares. É que, além do preço semelhante ao de um automóvel, permite uma adaptação constante aos gostos dos utilizadores. E chamou já a atenção de mercados como Brasil, EUA e Chile.
Texto de Daniela Domingos
Fotografia de José Campos
Alguma vez se fartou das cores das paredes de sua casa, da disposição das divisões ou mesmo da falta de espaço? Que tal “brincar às bonecas”, mas à escala real? A resposta poderá passar pela Mima House, casa pré-fabricada da autoria dos arquitectos Mário Sousa e Marta Brandão, da Mima Architects, com sede em Viana do Castelo. Para trás, explicam os autores do projecto, ficam os entraves da arquitectura tradicional, como o difícil acesso ao arquitecto, o tempo de espera nas diferentes fases de construção e os elevados custos a ela associados. É de flexibilidade que se fala quando o assunto é a Mima House, ou não permitisse a sua estrutura alterar as cores das paredes, a composição das fachadas e o layout do espaço interno da casa, sem que para isso seja necessária a intervenção de técnicos especializados.
Até porque é à procura generalizada por «conforto, luminosidade, design e flexibilidade» que a casa procura dar resposta, adiantam Marta Brandão e Mário Sousa. As referências «credíveis, históricas e de qualidade», os arquitectos foram buscá-las ao Japão. «As casas tradicionais japonesas são centenárias e funcionam como organismos vivos mutáveis, que se adaptaram às mudanças da sociedade e se conservaram ao longo de séculos. O que permite isto é a sua estrutura simples de pilar e viga, sendo que todos os elementos constituintes são peças standard que podem ser substituídas sempre que se danificarem», esclarecem os responsáveis pelo projecto.
Pela sua morfologia adaptável, as Mima Houses permitem a criação de uma diversidade de espaços, conservando a sua ergonomia e aspecto. «O que fizemos foi adaptar esta ideologia a uma realidade ocidental baseada na mobilidade e diversidade», continuam os autores. Tornar a mutabilidade e a arquitectura de qualidade acessíveis a todos, ao mesmo tempo que se atribui aos utilizadores um papel criativo, enquanto arquitectos da sua própria casa, foram os principais traços de que os arquitectos procuraram envolver o seu projecto, que pretende ainda questionar a arquitectura tradicional.
A liberdade de intervenção dos clientes é, aliás, o elemento diferenciador da Mima House face às restantes casas modulares, já que o projecto foi desenhado de forma a que os utilizadores possam costumizar cada detalhe da casa, desde o início. Nesse sentido, foi criada uma plataforma virtual 3D, onde os interessados podem simular, de forma gratuita, todas as opções e visualizar na plataforma as maquetas da sua casa. E o processo não é fechado: mesmo depois de construída, a casa pode continuar a ser customizada.
Uma casa “todo-o-terreno”
Foram já vários os mercados que manifestaram interesse na Mima House, como o Brasil, Chile, EUA e Canadá, assumindo a maioria dos pedidos um carácter intercontinental. Procura que, segundo Mário Sousa e Marta Brandão, «só vem confirmar que as sociedades actuais, ainda que com diferentes backgrounds, encontram um denominador comum nas características que buscam para a sua casa, a sua arquitectura».
Os arquitectos vão mais longe ao comparar a Mima House a um automóvel: «O que fizemos foi criar uma casa “todo-o-terreno”, que, com pequenas alterações, pode viajar rapidamente, de forma económica e com todo o conforto, tanto numa auto-estrada como andar na montanha com neve, bastando para isso mudar apenas o tipo de pneus.» Uma amplitude de opções que, quando associada ao design, acendeu o rastilho do interesse dos mercados externos na casa. A falta de proximidade com a maior parte dos mercados interessados na Mima House fez com que, numa fase inicial, tivesse de ser negociada a cooperação com fábricas no estrangeiro.
No entanto, e na fase actual, estão a ser ultimadas as negociações para dar início à produção da casa que viajará em breve para os diferentes mercados. Assim, em conjunto com parceiros portugueses, a Mima Architects refez o módulo da Mima House de forma a que este seja produzido em Portugal e transportado para os diferentes países a partir de território nacional. O preço de base, esse, será sempre o mesmo, podendo ser alterado, consoante as opções de configuração dos clientes ou o local onde será implementada a casa. E se numa fase inicial o custo base associado à Mima House era de 43.700 euros, será revisto aquando da construção do referido segundo protótipo, pelo que, por agora, a Mima Architects prefere não adiantar valores.
Sabe-se já, no entanto, que o preço inclui toda a estrutura da casa, paredes, instalações, casa de banho e cozinha. O Brasil é o mercado que estará sob o olhar atento da Mima Architects. Quanto ao mercado nacional, asseveram os arquitectos, «é tão forte como os outros». «Numa época de crise, um produto low cost torna-se uma alternativa apetecível, permitindo o retomar de sonhos até então colocados de parte por falta de recursos. Mas estamos em crer que qualquer mercado é forte quando a qualidade se associa a um preço convidativo», vão contando os autores.
A Mima Architects começou a divulgar o módulo ao público no final do mês de Dezembro do ano passado. Para 2012 «o único objectivo é operacionalizar a comercialização de um produto com a máxima qualidade». O resto, como adiantam os responsáveis, «virá por acréscimo». Ambos os arquitectos envolvidos no projecto são portugueses, trabalham a partir da Suíça, têm escritório em Viana do Castelo e é ainda no Norte de Portugal que se produz a Mima House. A crescente procura pelo projecto poderá motivar a abertura de mais escritórios, ou mesmo uma descentralização. Uma possibilidade que se confirmará caso um dos mercados fortes da Mima Architects esteja demasiado distante para se conseguir ter controlo sobre ele, garantem Mário Sousa e Marta Brandão.
Passo a passo, peça a peça
Para encomendar e produzir a Mima House basta um computador. No site www.mimahousing.pt existe um espaço de configuração da casa, onde os utilizadores têm a autonomia acompanhada para conhecer e escolher o produto. Uma vez tomada a decisão podem, sem custos ou compromissos, pedir para receber a documentação da casa que projectaram, com uma maqueta e desenhos detalhados. Caso queiram comprar a casa, são realizadas reuniões para acertar pormenores e, aprovados todos os requisitos, é dado início à construção da Mima House, para posterior montagem no terreno.
Cada módulo dispõe de 36 m2 de área habitável e oferece uma infinidade de combinações, que não foram ainda contabilizadas, dado o elevado número de premissas em causa. É que, a qualquer momento, podem ser mudadas as paredes de uma casa, as suas cores, podem ser acrescentadas ou suprimidas divisões, criadas uma ou duas casas…
Disponível à data está, precisamente, a Mima loft, de 36 m2, que é por enquanto a “filha única” que a Mima Architects começará por comercializar.

Responsabilidade social e as empresas do futuro

Responsabilidade social e as empresas do futuro:
responsabilidade socialA responsabilidade social das empresas assenta fundamentalmente numa “equação” com três aspectos fundamentais: a responsabilidade social empresarial, a cidadania empresarial e o voluntariado empresarial.
Texto de Ana Margarida Inácio, Marta Fonte e Tiago Gouveia, alunos do IPAN com o apoio do Mestre Joaquim Caetano
Fotografia de ©IngImage.com/AIC
O director executivo para o Pacto Global das Nações Unidas (ONU), Georg Kell, afirmou recentemente que «[Com a crise] o compromisso filantrópico da Humanidade diminuiu no que se refere a doações de dinheiro. Mas o compromisso estratégico de responsabilidade corporativa aumentou, porque é visto como parte da agenda de risco. Isso é visto como parte da questão de lidar com a incerteza».
Assistimos, assim, à procura de um novo modelo de negócio por parte das empresas, que se adapte ao actual contexto socioeconómico de grande instabilidade. Estamos perante um momento histórico que exige uma profunda reflexão sobre os valores que geraram a nossa civilização. A situação actual leva-nos a ter uma maior consciência e responsabilidade social, enquanto cidadãos e empresas. Mas, afinal, o que é responsabilidade social!? Trata-se da gestão empresarial que se rege pela ética e transparência das empresas com as suas partes interessadas, definindo objectivos empresariais em que o desenvolvimento sustentável da sociedade está integrado, não descurando a preservação dos recursos ambientais e culturais, respeitando assim as gerações futuras, contribuindo igualmente para a diminuição de assimetrias socioeconómicas.
Valores que assentam na solidariedade partilhada são a base de edificação do nosso carácter e de uma sociedade com maior equidade. Uma empresa tem como objectivo gerar valor e isso implica a legítima obtenção de lucro. Mas quem cria esse lucro? Sem dúvida que a resposta passa pelo capital humano, quer ao nível interno, quer ao nível externo. A responsabilidade social das empresas assenta fundamentalmente numa “equação” com três aspectos fundamentais: a responsabilidade social empresarial, a cidadania empresarial e o voluntariado empresarial.
A responsabilidade social empresarial diz respeito às necessidades dos colaboradores da empresa, que devem ser asseguradas, tais como a formação, a assistência na saúde, entre outros aspectos relevantes. A responsabilidade social começa “dentro” da empresa. Para além do seu ordenado, os colaboradores devem ter compensações não-monetárias, que são uma mais-valia na sua qualidade de vida, funcionando igualmente como uma motivação extra no seu desempenho profissional.
A cidadania empresarial, ou seja, a gestão das relações com as partes interessadas (colaboradores, clientes, sociedade e outros), baseada na ética, transparência e respeito, é fundamental para que uma empresa possa ambicionar criar valor num mercado cada vez mais competitivo e exigente. Esta passa, por exemplo, pelo estabelecimento de um compromisso com a sociedade, contribuindo para a construção e desenvolvimento desta, e de forma sustentável.
A cultura de “Pensar Global, Agir Local”, iniciada em 1992 com a “Conferência do Rio”, é já uma realidade: a colocação de trabalhadores residentes na área de implementação da empresa, o aproveitar de recursos locais, são uma forma de gestão mais responsável e sustentável, reduzindo impactos, e criando simultaneamente valor na comunidade local, reduzindo assim a exclusão social, bem como as assimetrias socioeconómicas. Em algumas zonas do nosso país podemos comprovar o papel vital que as empresas locais têm para a sustentabilidade socioeconómica da região.
A empresa deve igualmente promover uma atitude socialmente responsável nos seus colaboradores, desenvolvendo acções de voluntariado empresarial, envolvendo-se com a sociedade. Já não basta falar que existe preocupação e vontade de mudança, “arregaçar as mangas” e ir para o terreno, colocando colaboradores ao serviço da sociedade, é uma mais-valia para todos. Os colaboradores que praticam voluntariado ficarão sem dúvida com uma “nova” visão do mundo e mais “sensíveis” às necessidades da sociedade. O número de horas disponibilizadas para o voluntariado no horário laboral varia consoante a empresa. Só se deve considerar socialmente responsável a empresa que integre na sua cultura empresarial os três pilares - responsabilidade social empresarial, cidadania empresarial e voluntariado empresarial, numa lógica de continuidade e melhoria contínua. E até mesmo as exigências do consumidor são cada vez maiores no que respeita à sustentabilidade, segundo um estudo apresentado no ano passado, pela Havas Media: “Quanto mais sustentável for uma marca, quanto maior valor tiver para as pessoas, sociedade e planeta, mais significado passará a ter para os consumidores.”
Em Portugal já existem algumas empresas que têm no seu ADN a responsabilidade social, em que esta é transversal a toda a organização, havendo um compromisso com a sociedade e com os cidadãos na construção de uma sociedade mais equilibrada social, ambiental e economicamente.
Por fim, sublinhamos o facto de actualmente assistirmos a uma mudança de paradigma no ciclo de vida humano, ou seja, a população idosa está em franco crescimento e a esperança média de vida em Portugal aproxima-se dos 80 anos de idade. Vivemos mais tempo e temos mais qualidade de vida. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Lisboa e o Instituto do Envelhecimento, coordenado pela Dr.ª Luísa Lima (ISCTE-IUL), em Portugal, ao contrário dos restantes países europeus, a discriminação por idades é mais frequente contra os idosos do que contra os jovens. Desta forma impõe-se às organizações o desafio de melhor aproveitar o potencial das pessoas mais velhas como contributo útil para a sociedade e a economia.
Temos uma vasta população de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, aptas a desenvolver algo que trará mais-valias à sociedade, mas não estamos preparados para lidar com isso. A Comissão Europeia nomeou 2012 como o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações. Um novo público está a emergir rapidamente - os Seniores. De que modo as empresas em Portugal e na Europa vão lidar com este novo paradigma social!? Aguardam-se respostas e iniciativas em 2012.