segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Receitas do Grupo Accor crescem 2,7% em 2012

Receitas do Grupo Accor crescem 2,7% em 2012:
O grupo hoteleiro Accor totalizou vendas de 5,65 mil milhões de euros no ano passado, o que significa um aumento de 2,7% (numa base “like-for-like”) em relação ao ano anterior.
Em comunicado, o grupo atribui a performance a razões como os efeitos cambiais, que aumentaram as receitas em 60 milhões de euros (ou 1,1%), graças sobretudo à valorização do dólar australiano e da libra em relação ao euro.
No que diz respeito apenas ao quarto trimestre de 2012, o grupo Accor obteve receitas de 1,45 mil milhões de euros, o que representa um crescimento “like-for-like” de 2,5%.
Entre Outubro e Dezembro, os hotéis do Grupo que se inserem nos segmentos médio e de luxo registaram um aumento das receitas “like-for-like” de 2,4%. Já no segmento económico o crescimento foi de 2,1%, impulsionado pelas regiões Ásia-Pacífico (onde o aumento foi de 4,1%) e América Latina (7,4%). No mercado europeu, as receitas acumuladas dos hotéis económicos “mantiveram-se estáveis (0,8%), apesar da deterioração do mercado espanhol, que caiu 9,5%”, adianta o Grupo Accor.
Tendo em conta os resultados apresentados, o Grupo Accor manteve a sua estimativa em termos de resultado operacional para 2012: entre 510 e 530 milhões de euros. Os resultados definitivos serão conhecidos a 20 de Fevereiro.
O Grupo Accor detém as marcas Sofitel, Pullman, Mgallery, Grand Mercure, Novotel, Suite Novotel, Mercure, Adagio, ibis, ibis Styles, ibis budget e hotelF1.

Parece-lhe mentira?

Parece-lhe mentira?:
A transavia.com lançou, ontem, uma campanha de promoções de voos desde 29 euros. A campanha que assenta no mote “Torne o seu sonho realidade a um preço que parece mentira”, prolonga-se até terça-feira, dia 29. Com tarifas de ida a partir de 29 Euros para viagens realizadas entre 4 de Fevereiro e 26 de Outubro, a promoção abrange destinos como Paris, Nantes e Funchal.
A campanha publicitária, desenvolvida pela b+, marca presença em imprensa, rádio, online e Facebook, podendo os passageiros efectuar as suas reservas no site ou através do centro de atendimento: 707 780 009 (0,12€/ minuto).

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Richard Branson: austeridade vai tornar UE mais forte que EUA

Richard Branson: austeridade vai tornar UE mais forte que EUA:
richardbranson1O fundador da Virgin considera que a austeridade aplicada na Europa vai tornar a economia do continente vai forte do que a americana, uma das razões para que o Reino Unido não abandone a União Europeia.
Escrevendo sobre a possível saída do Reino Unido da União Europeia (UE), Richard Branson avisa que o «violento remédio que países como a Irlanda, Espanha e Portugal deram a si próprios vai fazer com que a Europa fique em muito melhor forma do que os Estados Unidos dentro de alguns anos».
Esta é uma das razões pelas quais o Reino Unido deve manter-se na UE, conclui o magnata da Virgin num comentário publicado no blogue do grupo. «Uma saída seria muito negativa para as empresas e para a economia britânica», aponta, até porque os Estados-membro são o principal parceiro comercial do país.
O Reino Unido deve continuar a integrar a UE, para ajudar a união a concretizar novas parcerias com os mercados emergentes, beneficiando também dessas parcerias. «Estas poderosas economias querem negociar com um mercado de 500 milhões de pessoas e não apenas com os 60 milhões de britânicos», explica.
Richard Branson acrescenta que o Reino Unido não pode tornar-se um país periférico em relação à UE. «Isso iria danificar as perspectivas a longo prazo das empresas britânicas e também a capacidade da nação de atrair novas empresas internacionais para se instalarem e empregarem pessoas».
«Não é tempo de recuar nem de colocar barreiras de proteccionismo», considera o empresário, salientando a oportunidade para o Reino Unido de, com a Alemanha, assumir um papel central na reestruturação da Europa.

A mensagem do dono do grupo Virgin, que inclui mais de 400 empresas, surge numa altura em que se espera a divulgação do calendário para a realização de um referendo sobre a participação britânica na comunidade europeia. Em Dezembro, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, assumiu a possibilidade da saída do Reino Unido referindo que não é uma opção que apoie.

Dívida portuguesa gera o maior retorno

Dívida portuguesa gera o maior retorno:
divida-portuguesa-com-maior-retorno-market-jpg1Os investidores que apostaram nas obrigações do Tesouro português em 2012 foram recompensados. Os títulos nacionais registaram, no final do ano, um retorno de 57%, o melhor no cenário europeu.
Entre 1 de Janeiro e 28 de Dezembro de 2012, a dívida portuguesa teve o melhor desempenho na Europa, segundo um ranking apresentado pela Bloomberg, realizado em conjunto com a European Federation of Financial Analysts Societies.
Em segundo lugar surge a Irlanda, que garantiu um retorno aos investidores de 29%, o melhor registado pelo país desde 1993. Segue-se Itália, com um desempenho calculado em 21%.
«Portugal, Irlanda e Itália tiveram um excelente resultado», defendeu o director de estratégia do Deutsche Bank em Londres, Mohit Kumar, citado pela Bloomberg. «O suporte principal para o mercado veio do BCE [Banco Central Europeu], que removeu o risco de uma onda agressiva de vendas nos mercados e de uma ruptura na Zona Euro», esclareceu o responsável.
O BCE encetou uma estratégia de aquisição de obrigações do Tesouro das nações endividadas para assegurar uma redução dos juros.
A análise, levada a cabo pela Bloomberg desde 1999, revela que 2012 foi o melhor ano para a dívida europeia, assegurando um retorno anual de 12%.

domingo, 11 de novembro de 2012

Ich Bin Ein Berliner


O vídeo proposto por Marcelo Rebelo de Sousa, num comentário da TVI, sobre Portugal e cuja exibição foi recusada pelas autoridades alemãs foi divulgado esta tarde no YouTube. 

As autoridades alemãs recusaram , por razões políticas , a divulgação na Alemanha. A ideia do filme era mostrar ao povo alemão de que forma as medidas da troika estão a afetar a vida dos portugueses.

A equipa que realizou este filme apresentou um protesto formal ao embaixador alemão em Lisboa e não vai desistir de divulgar o filme na Alemanha.

O filme deveria ser exibido nas ruas de Berlim, mas as autoridades alemãs recusaram a exibição por razões políticas.

O filme de Marcelo contou com a colaboração do blogger dirigente do PSD, Rodrigo Moita de Deus.

Os segredos da Goldman Sachs

The Exchange: Greg Smith on Leaving Goldman Sachs

sábado, 3 de novembro de 2012

Um grande senhor e comentador da economia portuguesa, José Gomes Ferreira, aconselha a leitura do memorando da Troika a todos os portugueses. Segue link para visualização do documento:

>>>>>> MEMORANDO DA TROIKA <<<<<<