quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Adobe e Facebook dão a conhecer o ROI de um “like”

Adobe e Facebook dão a conhecer o ROI de um “like”:

LikeA Adobe e o Facebook estão a desenvolver em conjunto uma ferramenta que permite a medição económica do valor do botão “Like” da rede social de Mark Zuckerberg, bem como de outros espaços, como páginas web e anúncios.



Segundo afirma o Marketing News, a ferramenta que afere o valor das campanhas em redes sociais seria uma mais valia para os anunciantes já que, por agora, é difícil discriminar o retorno do seu investimento (ROI).



De acordo com a Adobe, a ferramenta permitirá aos anunciantes aceder a métricas que lhes revelam o valor monetário de cada clique no botão “Like” do Facebook em cada conteúdo, saber quais os fãs mais influentes e benéficos para a marca, e conhecer o impacto da campanha em outras redes, como o Twitter e a plataforma de blogues Wordpress.



O Facebook e a Adobe colaboraram também na criação de um código de boas práticas para as marcas que queiram optimizar o “Like” nas suas páginas e perfis da rede social. Nele é explicada a melhor forma de utilizar o botão e como medir o ROI de cada clique.




O que fazem oito pessoas, em cinco horas, com duas mil bolas de futebol?

O que fazem oito pessoas, em cinco horas, com duas mil bolas de futebol?:

WorldsO maior QR code do mundo. A iniciativa partiu da bolsa de apostas online Betfair, que quis celebrar a quase garantida qualificação da Irlanda para o Euro 2012.



A 500 metros do Estádio de Aviva, em Dublin, foi criado um código para ajudar os apostadores a fazerem o download da aplicação para telemóvel, antes do jogo que apurará a República Irlandesa ou a Estónia para o Euro 2012.



Para a divulgação da iniciativa, a Betfair desafiou dois pára-quedistas a digitalizarem o código em queda livre com os seus smartphones e a fazerem uma aposta pela app mobile da Betfair antes de chegarem ao solo. Os pára-quedistas, em representação da Irlanda e da Estónia, colocaram com sucesso a primeira aposta do mundo por telemóvel, em queda livre, a 209 quilómetros por hora e a 10 mil pés de altitude. O pára-quedista irlandês foi o primeiro a aterrar, tendo ganho por isso 500 euros numa aposta de caridade para o jogo desta noite.



De referir que a equipa irlandesa enfrenta hoje a Estónia em Dublin, mas como venceu em Tallin no passado dia 11 por 4-0, as previsões apontam para que o jogo sirva antes como comemoração para a Irlanda.



Assista à “proeza” dos pára-quedistas.









Formigas-vermelhas explicam vida em sociedade

Formigas-vermelhas explicam vida em sociedade:

PosterO que têm em comum cardumes, bandos de aves, filas de trânsito e mercados financeiros? De acordo com Deborah Gordon, da Universidade de Stanford, são todos exemplos de processos de emergência na natureza, um mecanismo de formação de padrões ou fenómenos complexos, a partir de um grande número de interacções simples. É precisamente o tema “Emergence” o protagonista da “Ar”, uma iniciativa promovida pelo Programa Champalimaud de Neurociências, que assinalará a sua segunda edição no dia 23 de Novembro, pelas 21h, no Auditório do Champalimaud Centre for the Unknown, em Lisboa.



A investigadora Deborah Gordon dedica-se ao estudo dos comportamentos emergentes em formigas-vermelhas, um exemplo de emergência uma vez que, usando apenas informação das suas companheiras mais próximas (interacções simples), são capazes de formar colónias (padrões complexos). O evento “Ar” terá ainda Manuel Marques Pita e José Leal como oradores, ambos cientistas no Instituto Gulbenkian Ciência, que irão abordar a relação entre sistemas biológicos e redes sociais.



O evento decorrerá em inglês e a entrada é livre, sujeita aos lugares disponíveis.



De referir que o Ar tem por objectivo tornar a ciência acessível ao público. Cada evento está sujeito a um tema e a uma abordagem que pode integrar diferentes domínios da ciência.





E se os cigarros que fuma fossem da altura da Torre Eiffel? É “Ver para Querer”

E se os cigarros que fuma fossem da altura da Torre Eiffel? É “Ver para Querer”:

verFuma? Sabe o que tem a ganhar se deixar de fumar? É o que as Farmácias Portuguesas querem demonstrar aos seus seguidores no Facebook, através de uma aplicação intitulada “Ver para Querer”. A ferramenta surge na sequência do lançamento da página das Farmácias Portuguesas na rede social.



A aplicação, concebida e implementada pela Outbox Ativism - agência também responsável pela concepção da página de Facebook - estabelece o paralelo entre o valor dos cigarros consumidos e alguns prazeres da vida sem riscos para a saúde como as viagens, os gadgets e o vestuário. Permite ainda equiparar a média de cigarros por ano, em termos de altura/metros, com alguns dos monumentos mais famosos do mundo, como a Torre Eiffel ou o Empire State Building, de forma a alertar para a dimensão do problema.


Um mundo de muros (gráfico animado)

Um mundo de muros (gráfico animado): O Muro de Berlim caiu há 22 anos, fazendo de duas Alemanhas uma só. E há séculos que a Muralha da China não separa povos, antes servindo para reunir hordas de turistas. Mas nem por isso os muros deixaram de segregar raças, nacionalidades, crenças e ideias.

Face Oculta: a rede tentacular do sucateiro (gráfico animado)

Face Oculta: a rede tentacular do sucateiro (gráfico animado)

Função pública tem demasiados trabalhadores

Função pública tem demasiados trabalhadores: Líder da missão da Comissão Europeia, Jürgen Kröger afirma que a troika considera "que a fatura dos salários é muito alta". Clique para visitar o dossiê O resgate de Portugal

Mar deve ser aposta para o crescimento económico

Mar deve ser aposta para o crescimento económico: Tiago Pitta e Cunha, especialista em assuntos marítimos, explica os fatores essenciais ao desenvolvimento da economia do mar, em antecipação à Conferência do Mar 2011, do próximo dia 25 de novembro.

domingo, 13 de novembro de 2011

Someone Please Send This Chart To The Germans... (EWI)

Someone Please Send This Chart To The Germans... (EWI):

If you want the ultimate German take on the euro crisis, you must go read the FT's interview with Bundesbank chief Jens Weidmann.


It basically comes down to this: There is no Euro crisis, there's only a crisis in various European countries, and they're all unique. In Greece, they racked up too much debt. In Italy their politics are crap. The solution: stick to the original rules, and everything will be fine.


What's incredible -- and almost impressive -- is how uncool this thinking is. And we don't mean that in a pejorative way, but rather, nearly everyone else thinks that the Euro has structural problems associated with the fact that countries don't have flexible currencies, and thus can't adjust, or naturally overcome their debts.


Paul Krugman nailed the problem pretty well in one sentance this past week, explaining that essentially countries like Greece and Italy voluntarily reduced themselves to the status of third-world countries that have to borrow in a foreign currency (the euro).


Anyway, the thing is is that Weidmann is incorrect. It's not a crisis that's just about unique situations in various European countries. It's a Europe problem, and more great evidence of this comes from this awesome chart from Naufall Sanaullah's latest economic overview showing the difference in Italian-German industrial production pre-and-post Euro. As you can see, the two countries grew mostly in line in the years up until they fixed the exchange rate. It was after the exchange rate got fixed, and the Italians no longer had the power of competitive devaluation that the gap started to emerge -- pretty soon after, really.


Of course, this is consistent with several other points people have made that basically the euro has been a great boon for the Germans, as all of its partners have been both stymied (less currency flexibility) and been afforded more credit (for which to buy more German goods).


So yes, someone please send this chart to the Germans, preferably tonight, so they can greenlight the ECB's inevitable market intervention.


chart


SEE ALSO: Naufal's complete overview of the economy today >


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Quer procurar comentários de Facebook? Pesquise no Google

Quer procurar comentários de Facebook? Pesquise no Google:

GoogleOs comentários feitos online, em qualquer página pública, podem agora aparecer nos resultados de pesquisa do Google, noticia o “The Telegraph”, citado pelo Jornal de Negócios.



De acordo com a “PC World”, o motor de busca está a indexar os conteúdos AJAX e JavaScript, o que faz com que as webpages que utilizam esta programação, como é o caso do Facebook, façam parte dos resultados de pesquisa. Assim, passa a ser possível pesquisar texto de comentários feitos na rede social de Mark Zuckerberg, por exemplo. Esta funcionalidade não se assume como uma violação de privacidade, já que não serão incluídos nos resultados de pesquisa os comentários feitos em murais privados.



Até aqui isto só não era possível porque as páginas e fóruns de debate recorriam a programação difícil de ler automaticamente, adianta o diário britânico.